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7 de Dezembro de 2009, 0:00 , por Vicente Aguiar - | 3 pessoas seguindo este artigo.

Participando do projeto Debian - como começar

18 de Junho de 2013, 0:00, por Antonio Terceiro

O objetivo deste post é informar pessoas interessadas em contribuir com o Debian sobre por onde começar. Existem várias formas de contribuir com o Debian: você pode contribuir com empacotamento/desenvolvimento, artwork, triagem de bugs, tradução, documentação, divulgação, suporte a outros usuários, atividades administrativas, organização da presença do Debian em eventos, e por aí vai.

Este post é uma tentativa de dar a minha visão sobre como começar a contribuir com o Debian. É possível que o conteúdo seja um pouco enviesado para contribuição com desenvolvimento/empacotamento, porque é isso que eu faço, mas eu fiz um esforcinho pra ser genérico.

Talvez faltem informações, ao algumas coisas estejam confusas. Fique a vontade pra postar um comentário lá no final.

Coisas pra se ter em mente, antes de qualquer coisa

Quem pode colaborar com o Debian

No Debian, a contribuição de todos é bem-vinda. Qualquer pessoa que tenha o conhecimento e habilidade necessários para uma determinada tarefa pode começar a contribuir com o projeto agora.

A maioria das atividades no Debian não requer nenhum tipo de permissão especial. A forma exata como a contribuição é feita depende muito da atividade específica, por isso não vou entrar em detalhes aqui.

Uma das poucas atividade que não pode ser feitas por qualquer pessoa é o upload de pacotes. Qualquer pessoa pode manter um pacote no Debian, mas o upload do pacote para os servidores do projeto precisa ser feito por um desenvolvedor oficial (mais detalhes abaixo).

Comunicação

Praticamente toda comunicação do projeto se dá em listas de discussão e canais no IRC. Você provavelmente vai querer se inscrever nas listas de discussão do seu interesse, e frequentar um ou mais canais no IRC.

O idioma utilizado no projeto Debian é o inglês

Lembra quando te diziam na época da escola que inglês é importante? Pois é. Para participar do Debian não é necessário ser 100% fluente, mas conseguir ler é fundamental, e conseguir escrever, ainda que só o básico, ajuda muito.

Mas não se deixe impedir por deficiências no inglês: participar de um projeto internacional vai melhorar muito o seu inglês (experiência própria), então com o tempo você vai se sentir cada vez mais à vontade.

Existe uma lista de desenvolvimento em português, que pode ser usada pra tirar dúvidas, mas na minha experiência o trabalho de verdade acontece em inglês.

Fazendo a lição de casa

Todos temos dúvidas, e como o Debian tem um escopo imenso, é normal que você não saiba alguma coisa. Ninguém sabe tudo. Mas é importante que você pesquise antes de perguntar. Primeiro porque existe a probabilidade de alguém já ter tido aquela dúvida antes, e a resposta pra ela pode já existir e estar arquivada. Segundo, porquê as pessoas que estão no projeto a mais tempo acham bem chato responder às mesmas perguntas de novo e de novo.

É possível que você não encontre a resposta para a sua dúvida. Nesse caso, não hesite em perguntar. Uma leitura interessante relacionada é o How To Ask Questions The Smart Way, que dá várias dicas de como fazer perguntas da forma mais eficiente possível. Especialmente numa discussão por email, uma pergunta feitas com todas as informações necessárias para que te seja dada uma resposta pode te economizar vários dias!

Pra contribuições nas áreas de desenvolvimento e empacotamento, você vai querer ler:

Note que os items acima representam bastante documentação. Não precisa ler tudo de uma vez só antes de fazer uma contribuição, mas saiba que cedo ou tarde as respostas pra dúvidas que você tem podem estar neles.

Formas de começar

Eu diria que existem 2 formas de começar: a primeira é fazer parte de um time existente; a segunda, específica para contribuição com desenvolvimento/empacotamento, é escolher um pacote pra contribuir. Começar se juntando a um time na minha opinião é mais fácil.

Fazendo parte de uma equipe

Hoje em dia, uma grande parte das atividades do Debian acontecem no contexto de times específicos. No Wiki do projeto há uma lista de times existentes que hoje lista mais de 130 times. Existem times de empacotamento de software em linguagens específicas (como a equipe de Ruby, do qual eu faço parte) ;existem times focados em um conjunto de pacotes relacionados, como os times de empacotamento do GNOME, do KDE, do Xfce; existem times transversais, como o time de segurança, o time de publicidade, o time de controle de qualidade, etc. Dá uma olhada lá na lista de times.

Na minha opinião a melhor forma de começar é fazer parte de um time. A chave aqui é escolher uma equipe com a qual você se identifique, o que ajuda a manter a sua motivação. Se você desenvolve em Perl, dê uma olhada no time de Perl. Se você se interessa por tipografia, dê uma olhada no time de fontes. Se você usa KDE e se interessa pelo KDE mais do que alguém normalmente se interessaria pelo seu desktop, confira o time KDE. Se você não é um(a) desenvolvedor(a), procure um dos vários times que lidam com outros tipos de atividades que podem te interessar.

Escolhido o time, você provavelmente vai querer assinar a(s) lista(s) de discussão do time, frequentar o canal do time do IRC, e começar a entender o que o time faz e como ele funciona. Se o time tiver uma lista de tarefas, tente atacar um item da lista. Se você tiver sorte os itens podem até estar classificados em níveis de dificuldade.

Se a equipe for relacionada a empacotamento, você vai querer aprender empacotamento. Acho que uma boa forma de começar a aprender é instalar o pacote packaging-tutorial e abrir /usr/share/doc/packaging-tutorial/packaging-tutorial.pdf no seu leitor de PDF favorito. Verifique se existem bugs nos pacotes do time; escolha um bug, tente reproduzí-lo no seu sistema local. Se você conseguir reproduzir, tente consertar.

Uma vez que você tenha uma contribuição a um pacote, você vai precisar que essa contribuição seja revisada por alguma outra pessoa do time, e de um desenvolvedor oficial pra fazer o upload do pacote corrigido. Normalmente em times encontrar um desenvolvedor para fazer uploads não deve ser difícil.

Escolhendo um pacote

Se você não está interessado(a) em contribuir com desenvolvimento ou empacotamento, pule essa sessão. :-)

Outra forma de começar é escolher um pacote pra contribuir. Assim como no caso das equipes, escolha um pacote que seja do seu interesse, ou seja, um pacote que você usa. Pode ser uma aplicação que você usa sempre, uma biblioteca que está instalada no seu sistema como dependência de algum outro pacote. Tente não começar com um pacote simples/pequeno.

O Debian tem uma base de dados de pacotes que precisam de ajuda, seja porque o mantenedor atual está sem tempo pra manutenção e quer que alguém passe a ser o mantenedor, seja porque o pacote já está órfão a um tempo, ou seja porque o mantenedor atual queira compartilhar a manutenção com outra(s) pessoa(s). Essa base de dados se chama WNPP, e existe um interface pra pesquisar por esses pacotes em wnpp.debian.net.

Uma boa forma de descobrir um pacote que precisa de um pouco de carinho pra você começar é instalar o pacote devscripts e executar o comando wnpp-alert. Ele vai listar todos os pacotes que estão instalados no seu sistema e estão órfãos, ou precisam de co-mantenedores.

Você vai querer aprender sobre empacotamento. Uma boa forma de começar a aprender é instalar o pacote packaging-tutorial e abrir /usr/share/doc/packaging-tutorial/packaging-tutorial.pdf no seu leitor de PDF favorito.

Não consigo pensar numa boa forma de escolher um pacote. Eu diria o seguinte:

  1. escolha uns 2 ou 3 pacotes
  2. dê uma olhada na lista de bugs de cada pacotes
  3. escolha um bug de um dos pacotes, tente reproduzí-lo no seu sistema local.
  4. Se você conseguir reproduzir, tente consertar. A forma exata de como consertar vai depender muito do bug, então não posso ser mais específico.
  5. se você não entender o bug, ou não conseguir reproduzir, talvez você queira relatar isso no bug report. Talvez você queira voltar para o passo 3.

Se você escolheu um pacote, leia a documentação sobre o WNPP, e faça o procedimento pra dizer que você quer adotar o pacote. Verifique se existem novas versões do pacotes lançadas pelo desenvolvedor original (que a gente chama no Debian de upstream). Tente atualizar pra essa versão.

Quando você tiver o pacote pronto, você vai precisar encontrar um desenvolvedor oficial pra revisar o pacote. Essa pessoa vai revisar o seu trabalho, eventualmente pedir pra você fazer algumas (ou muitas) correções ou melhorias no pacote, e por fim vai fazer o upload.

Caso você queira começar por um pacote, o grupo de orientação (‘mentors’) é um bom lugar pra começar, tanto em termos de orientação como em termos de achar um desenvolvedor pra revisar o seu pacote fazer o upload pra você.



Participando do projeto Debian - como começar

18 de Junho de 2013, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

O objetivo deste post é informar pessoas interessadas em contribuir com o Debian sobre por onde começar. Existem várias formas de contribuir com o Debian: você pode contribuir com empacotamento/desenvolvimento, artwork, triagem de bugs, tradução, documentação, divulgação, suporte a outros usuários, atividades administrativas, organização da presença do Debian em eventos, e por aí vai.

Este post é uma tentativa de dar a minha visão sobre como começar a contribuir com o Debian. É possível que o conteúdo seja um pouco enviesado para contribuição com desenvolvimento/empacotamento, porque é isso que eu faço, mas eu fiz um esforcinho pra ser genérico.

Talvez faltem informações, ao algumas coisas estejam confusas. Fique a vontade pra postar um comentário lá no final.

Coisas pra se ter em mente, antes de qualquer coisa

Quem pode colaborar com o Debian

No Debian, a contribuição de todos é bem-vinda. Qualquer pessoa que tenha o conhecimento e habilidade necessários para uma determinada tarefa pode começar a contribuir com o projeto agora.

A maioria das atividades no Debian não requer nenhum tipo de permissão especial. A forma exata como a contribuição é feita depende muito da atividade específica, por isso não vou entrar em detalhes aqui.

Uma das poucas atividade que não pode ser feitas por qualquer pessoa é o upload de pacotes. Qualquer pessoa pode manter um pacote no Debian, mas o upload do pacote para os servidores do projeto precisa ser feito por um desenvolvedor oficial (mais detalhes abaixo).

Comunicação

Praticamente toda comunicação do projeto se dá em listas de discussão e canais no IRC. Você provavelmente vai querer se inscrever nas listas de discussão do seu interesse, e frequentar um ou mais canais no IRC.

O idioma utilizado no projeto Debian é o inglês

Lembra quando te diziam na época da escola que inglês é importante? Pois é. Para participar do Debian não é necessário ser 100% fluente, mas conseguir ler é fundamental, e conseguir escrever, ainda que só o básico, ajuda muito.

Mas não se deixe impedir por deficiências no inglês: participar de um projeto internacional vai melhorar muito o seu inglês (experiência própria), então com o tempo você vai se sentir cada vez mais à vontade.

Existe uma lista de desenvolvimento em português, que pode ser usada pra tirar dúvidas, mas na minha experiência o trabalho de verdade acontece em inglês.

Fazendo a lição de casa

Todos temos dúvidas, e como o Debian tem um escopo imenso, é normal que você não saiba alguma coisa. Ninguém sabe tudo. Mas é importante que você pesquise antes de perguntar. Primeiro porque existe a probabilidade de alguém já ter tido aquela dúvida antes, e a resposta pra ela pode já existir e estar arquivada. Segundo, porquê as pessoas que estão no projeto a mais tempo acham bem chato responder às mesmas perguntas de novo e de novo.

É possível que você não encontre a resposta para a sua dúvida. Nesse caso, não hesite em perguntar. Uma leitura interessante relacionada é o How To Ask Questions The Smart Way, que dá várias dicas de como fazer perguntas da forma mais eficiente possível. Especialmente numa discussão por email, uma pergunta feitas com todas as informações necessárias para que te seja dada uma resposta pode te economizar vários dias!

Pra contribuições nas áreas de desenvolvimento e empacotamento, você vai querer ler:

Note que os items acima representam bastante documentação. Não precisa ler tudo de uma vez só antes de fazer uma contribuição, mas saiba que cedo ou tarde as respostas pra dúvidas que você tem podem estar neles.

Formas de começar

Eu diria que existem 2 formas de começar: a primeira é fazer parte de um time existente; a segunda, específica para contribuição com desenvolvimento/empacotamento, é escolher um pacote pra contribuir. Começar se juntando a um time na minha opinião é mais fácil.

Fazendo parte de uma equipe

Hoje em dia, uma grande parte das atividades do Debian acontecem no contexto de times específicos. No Wiki do projeto há uma lista de times existentes que hoje lista mais de 130 times. Existem times de empacotamento de software em linguagens específicas (como a equipe de Ruby, do qual eu faço parte) ;existem times focados em um conjunto de pacotes relacionados, como os times de empacotamento do GNOME, do KDE, do Xfce; existem times transversais, como o time de segurança, o time de publicidade, o time de controle de qualidade, etc. Dá uma olhada lá na lista de times.

Na minha opinião a melhor forma de começar é fazer parte de um time. A chave aqui é escolher uma equipe com a qual você se identifique, o que ajuda a manter a sua motivação. Se você desenvolve em Perl, dê uma olhada no time de Perl. Se você se interessa por tipografia, dê uma olhada no time de fontes. Se você usa KDE e se interessa pelo KDE mais do que alguém normalmente se interessaria pelo seu desktop, confira o time KDE. Se você não é um(a) desenvolvedor(a), procure um dos vários times que lidam com outros tipos de atividades que podem te interessar.

Escolhido o time, você provavelmente vai querer assinar a(s) lista(s) de discussão do time, frequentar o canal do time do IRC, e começar a entender o que o time faz e como ele funciona. Se o time tiver uma lista de tarefas, tente atacar um item da lista. Se você tiver sorte os itens podem até estar classificados em níveis de dificuldade.

Se a equipe for relacionada a empacotamento, você vai querer aprender empacotamento. Acho que uma boa forma de começar a aprender é instalar o pacote packaging-tutorial e abrir /usr/share/doc/packaging-tutorial/packaging-tutorial.pdf no seu leitor de PDF favorito. Verifique se existem bugs nos pacotes do time; escolha um bug, tente reproduzí-lo no seu sistema local. Se você conseguir reproduzir, tente consertar.

Uma vez que você tenha uma contribuição a um pacote, você vai precisar que essa contribuição seja revisada por alguma outra pessoa do time, e de um desenvolvedor oficial pra fazer o upload do pacote corrigido. Normalmente em times encontrar um desenvolvedor para fazer uploads não deve ser difícil.

Escolhendo um pacote

Se você não está interessado(a) em contribuir com desenvolvimento ou empacotamento, pule essa sessão. :-)

Outra forma de começar é escolher um pacote pra contribuir. Assim como no caso das equipes, escolha um pacote que seja do seu interesse, ou seja, um pacote que você usa. Pode ser uma aplicação que você usa sempre, uma biblioteca que está instalada no seu sistema como dependência de algum outro pacote. Tente não começar com um pacote simples/pequeno.

O Debian tem uma base de dados de pacotes que precisam de ajuda, seja porque o mantenedor atual está sem tempo pra manutenção e quer que alguém passe a ser o mantenedor, seja porque o pacote já está órfão a um tempo, ou seja porque o mantenedor atual queira compartilhar a manutenção com outra(s) pessoa(s). Essa base de dados se chama WNPP, e existe um interface pra pesquisar por esses pacotes em wnpp.debian.net.

Uma boa forma de descobrir um pacote que precisa de um pouco de carinho pra você começar é instalar o pacote devscripts e executar o comando wnpp-alert. Ele vai listar todos os pacotes que estão instalados no seu sistema e estão órfãos, ou precisam de co-mantenedores.

Você vai querer aprender sobre empacotamento. Uma boa forma de começar a aprender é instalar o pacote packaging-tutorial e abrir /usr/share/doc/packaging-tutorial/packaging-tutorial.pdf no seu leitor de PDF favorito.

Não consigo pensar numa boa forma de escolher um pacote. Eu diria o seguinte:

  1. escolha uns 2 ou 3 pacotes
  2. dê uma olhada na lista de bugs de cada pacotes
  3. escolha um bug de um dos pacotes, tente reproduzí-lo no seu sistema local.
  4. Se você conseguir reproduzir, tente consertar. A forma exata de como consertar vai depender muito do bug, então não posso ser mais específico.
  5. se você não entender o bug, ou não conseguir reproduzir, talvez você queira relatar isso no bug report. Talvez você queira voltar para o passo 3.

Se você escolheu um pacote, leia a documentação sobre o WNPP, e faça o procedimento pra dizer que você quer adotar o pacote. Verifique se existem novas versões do pacotes lançadas pelo desenvolvedor original (que a gente chama no Debian de upstream). Tente atualizar pra essa versão.

Quando você tiver o pacote pronto, você vai precisar encontrar um desenvolvedor oficial pra revisar o pacote. Essa pessoa vai revisar o seu trabalho, eventualmente pedir pra você fazer algumas (ou muitas) correções ou melhorias no pacote, e por fim vai fazer o upload.

Caso você queira começar por um pacote, o grupo de orientação (‘mentors’) é um bom lugar pra começar, tanto em termos de orientação como em termos de achar um desenvolvedor pra revisar o seu pacote fazer o upload pra você.



Nove mitos que não devem impedi-lo de experimentar Debian

12 de Abril de 2013, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda



A Reputação do Debian está fora de sintonia com o que ele realmente oferece.

Nestes dias, o Debian parece estar desfrutando um modesto retorno entre os usuários experientes. Dificilmente passa-se uma semana sem que não se ouça em sites de redes sociais a notícia de que duas ou três pessoas estão olhando o Debian com outros olhos.

Este interesse renovado pode ser reflexo da crescente desilusão com o Ubuntu, distribuição baseada no Debian e que outrora havia tomado seu lugar em popularidade entre os usuários Linux. Certamente, reflete uma crescente disposição, no transcurso dos últimos dois anos, dos usuários revoltados com o Unity do Ubuntu, em experimentarem novas distros com GNOME 3. Sendo uma das distribuições mais antigas e especificamente focada nas escolhas do usuário, Debian parece confiável no meio de tantas incertezas.

Ainda assim, muitos usuários hesitam em mudar para o Debian. A distribuição é cercada por mitos, muitos deles ligados à impressão de que é indicada para especialistas e de que é quase tão difícil de usar como o Gentoo ou Linux from Scratch.

No entanto, a maioria desses mitos ou estão desatualizados ou são meias-verdades que precisam ser inteiramente analisadas. Como em qualquer distribuição, a experiência do usuário no Debian vem tanto dos aplicativos como da própria distribuição. Se você estiver confortável com o KDE ou o LXDE no Fedora ou Mageia, você deve sentir-se também confortável com eles no Debian. Mesmo que qualquer um desses mitos fossem verdadeiros, nenhum deles poderiam fundamentar qualquer razão para não darmos uma chance ao Debian.

9. Debian é difícil de instalar

Verdade seja dita, o Debian foi uma das últimas distribuições a ter uma instalação fácil de usar, e muito menos em modo gráfico. No entanto, uma revisão do instalador baseado em texto foi aplicada em 2005, e uma versão gráfica em 2007, sendo que ambos são práticos, embora esteja longe de ser amigável.

O que pode ser intimidante é que ambas as versões do instalador exigem uma contribuição significativa do usuário. Se você quiser, você pode ajustá-los indefinidamente. No entanto, mesmo se você não tem ideia do que é o Linux, você ainda pode instalar o Debian com sucesso aderindo ao nível básico de detalhes, aceitando sugestões do instalador e ler a ajuda.

Alguma vez você já recorreu ao método especialista do instalador do Ubuntu? Se sim, você já usou uma versão do instalador Debian, e pode usá-lo a partir dessa experiência em primeira mão.

8. Os usuários devem manter um mesmo ramo de repositórios

Muitas pessoas estão conscientes de que o Debian tem três repositórios principais: Testing, Unstable e Stable. A maioria também estão cientes de que um pacote entra no Unstable após o cumprimento das normas básicas, então passa para o Testing e, finalmente, para o Stable quando uma liberação geral é feita. No entanto, os usuários potenciais receiam comprometer seus sistema por conta da escolha de um repositório inadequado para suas preferências.

Por outro lado, usuários experientes do Debian conhecem melhor as possibilidades dos repositórios. Usuários que estão configurando um servidor ou que exigem o máximo de confiabilidade, ou por algum outro motivo qualquer, geralmente ficam com o repositório Stable. No entanto, outros usuários, especialmente em estações de trabalho independentes, costuma misturar e combinar os repositórios para produzir sistemas híbridos.

Entretanto, estes sistemas híbridos exigem cautela. Geralmente, deve-se evitar misturar e combinar pacotes do sistema central (os chamados pacotes base). A exceção fica por conta do kernel, já que o bootloader normalmente armazena vários kernels, de modo que se um novo não funcionar, você ainda pode reiniciar o sistema. Da mesma forma, se você tem várias áreas de trabalho, problemas com uma delas ainda ainda lhe permitirá usar uma outra interface, ou mesmo a linha de comando como último recurso.

Por outro lado, ainda assim é perfeitamente seguro atualizamos os aplicativos do desktop para aqueles dos repositórios Unstable, porque, mesmo se ocorrerem problemas, seu sistema básico ainda deve inicializar.

Em outras palavras, desde que você tome algumas precauções, você não está limitado a usar um único repositório, a menos que você deseje ser assim.

7. Unstable é instável

Sim, o repositório Unstable é instável para os padrões Debian. Mas isso significa que, para os padrões da maioria das outras distribuições, pacotes instáveis ​​são geralmente utilizáveis. Na verdade, os derivados Debian muitas vezes tomam emprestados pacotes diretamente do Unstable, a fim de dar aos usuários as mais recentes versões dos pacotes.

No entanto, o repositório Unstable passa por alguns períodos em que é melhor deixá-lo sozinho. Desde que os pacotes cumpram algumas normas mínimas, alguns pacotes mandados para o Unstable podem ter problemas de dependência que podem quebrar o sistema de gerenciamento de pacotes, deixando-o incapaz de instalar outros pacotes até que o problema seja resolvido.

Mas tais problemas geralmente são corrigidos quando submetidos ao processo de depuração. Você também pode ter um número de opções para a correção  do seu próprio sistema.
Da mesma forma, você deve evitar atualizações do Debian unstable quando está no meio de uma transição de uma tecnologia para outra. Por exemplo, há alguns anos, o Debian mudou o seu gerenciador gráfico do XFree86 para X.Org e demorou um pouco para fazer a transição sem problemas para os usuários.
Se você usar o Unstable como repositório principal ou ocasionalmente em um sistema híbrido, você precisa adquirir o hábito de acompanhar  o que o Projeto está fazendo.

Por exemplo, quando um congelamento para o próximo lançamento é iniciado, não é uma boa ideia atualizarmos ou instalarmos pacotes do Unstable, porque alguns podem ter sido feitos à pressa, a fim de cumprir o prazo de congelamento.

Sob essas circunstâncias, por uma semana ou duas, você pode querer usar a opção -s para o apt-get para simular uma atualização antes de realmente a praticá-la, apenas para evitar problemas.

6. Pacotes Debian são desatualizados

A verdade desta afirmação depende do repositório e das circunstâncias.

Geralmente, o repositório Stable possui pacotes mais antigos do que do repositório Testing e, muito provavelmente ainda mais desatualizados do que aqueles do Unstable. Historicamente, dois ou três anos é período médio entre os lançamentos oficiais de uma versão estável do Debian. Antes do lançamento de uma nova versão, a versão estável corrente pode estar bastante obsoleta, apesar de várias micro-releases, backports e patches de segurança que permitem torná-la utilizável.

Da mesma forma, quando um congelamento é iniciado, levando a uma nova versão, o conteúdo do Testing e Unstable vão ficando cada vez mais idênticos pelo fato de não ser permitida a inclusão de novos pacotes no sistema.

Por outro lado, nos primeiros seis meses após o lançamento, a versão Stable pode ser tão atual como o repositório de qualquer outra distro.

O que é verdade é que a disponibilidade de pacotes depende do entusiasmo das equipes de mantenedores. Aplicações populares como o Amarok podem permanecer no Unstable por um período, ​​depois que o upstream project anuncia uma liberação.

Outros pacotes podem demorar mais para aparecer. A ênfase do Debian é a estabilidade, e não a atualidade de seus pacotes. Se você realmente quiser o software mais recente, você pode ativar o repositório experimental. Mas nem  todos os pacotes que vão para o Unstable aparecem primeiro no Experimental, e esse repositório pode causar sérios problemas.

Em geral, na melhor das hipóteses, a atualidade dos pacotes Debian é a menor de suas preocupações. Enquanto todo mundo gosta da ideia de ter a versão mais recente de tudo, a maioria dos aplicativos no ambiente de trabalho livre são avançados o suficiente para que as diferenças entre uma versão e outra não faça assim tanta diferença.

5. Debian não é uma distribuição livre

Você não vai encontrar o Debian na lista das distribuições livres licenciadas pela Free Software Foundation por duas razões: primeiro, porque cada repositório Debian contém uma secção não-livre (non-free), bem como uma seção contrib consistindo de software que é livre em si, mas depende de algum software não-livre, e, segundo, porque inclui a opção de instalar firmware proprietário em seus kernels.

No entanto, o instalador Debian encoraja os usuários a instalar um sistema livre. Aqueles que querem usar as seções non-free e contrib tem que adicioná-los à lista de fontes de repositórios próprios. Da mesma forma, os usuários podem optar por não utilizar firmware proprietário ao instalar. Com essas opções, você pode facilmente instalar um sistema Debian totalmente livre se for a sua escolha.

4. As imagens de instalação são enormes, para Download

Uma versão completa do Debian pode ser contida em 51 CDs e, é provável, poderá levar mais de 24 horas para serem baixados.

No entanto, a maioria dos usuários preferem um live CD, ou uma imagem de instalação de rede de 180 MB, ou uma instalação de cartão de 40 MB. A instalação levará mais tempo a partir dessas soluções porque elas têm de baixar da Internet os pacote que não vem com as mesmas. Mas com elas, você pode estar pronto para instalar em cinco minutos ou menos.

3. Os mantenedores Debian são muito hostis

Há uma década atrás, os mantenedores Debian tinham a reputação de serem indiferentes, grosseiros e sarcásticos. Atualmente, podemos encontrar discussões acaloradas nas listas de discussão do projeto, mas de muitas maneiras Debian é claro em seus atos.

Uma das razão para a mudança reside no fato de que os mantenedores solitários estão cada vez mais dando lugar a equipes, os membros do projeto estão mais preocupados com o bom relacionamento com as pessoas.

Nos últimos anos, o projeto também instituiu um código de conduta para suas listas de discussão, uma declaração de diversidade, uma equipe anti-assédio e padrões de respeito para eventos.

Se esses esforços visam incentivar uma atmosfera amigável ou refletem apenas uma determinação entre os líderes do Debian para aparentar isso é uma questão aberta. Mas é verdade que o projeto Debian parece um lugar mais acolhedor hoje do que era há cinco anos.

2. Debian não é compatível com o Ubuntu

Esta afirmação é importante porque o Ubuntu contém documentação e aplicativos proprietários em seus repositórios que alguns usuários podem querer instalar. Além disso, quando um projeto derivado deseja um ciclo de liberação mais curto, atualmente, eles preferem fazê-lo para o Ubuntu.

O fato é que, como o Ubuntu toma emprestado muitos de seus pacotes do Debian Testing ou dos repositórios Unstable, as duas distribuições terão sempre um elevado grau de compatibilidade. Ao mesmo tempo, o Ubuntu continua a diferenciar-se do Debian e outros demais distribuições debian-like, logo, essa compatibilidade tenderá a cair com o tempo.

Até onde eu sei, ninguém controla o nível dessa compatibilidade. Mas, de acordo com uma apresentação feita pelo líder do projeto Debian, Stefano Zacchiroli, em 2011, 74% dos pacotes do Ubuntu são tirados diretamente de repositórios do Debian e 18% são de pacotes adaptados. (Os 7% restantes são obtidos do upstream). Estes números sugerem que dois de cada três pacotes são compatíveis em ambos os sistemas. Provavelmente, as chances são ainda melhores se o pacote não fizer parte do núcleo do sistema.

1. Debian é irrelevante hoje

Em grande medida, o Ubuntu agora desfruta da popularidade que o Debian tinha uma década atrás. Inovador onde Debian está preocupado com a estabilidade, user-friendly, onde Debian tem uma reputação de ser idealizado para especialistas, poderiam dizer que o Ubuntu tornou o Debian irrelevante.

Uma análise mais atenta, porém, mostra que, se o Debian em si está menos popular do que era antes, a sua influência tornou-se maior do que nunca. Além Ubuntu em si, 147 das 321 distribuições listadas na Distrowatch baseiam-se em  Debian. Adicionando-se as distribuições derivadas do Ubuntu, chegaremos a 234 distros derivadas direta ou indiretamente do Debian (73% das distribuições existentes). Este é um acréssimo de 10% em relação há dois anos atrás, e a inclui entre as três distribuições das cinco principais mais procuradas - Linux Mint, Ubuntu e Debian.

Em vez dizer que tornou-se irrelevante, hoje Debian está mais influente do que nunca. Pode-se dizer que se tornou o maior projeto upstream do desktop Linux.

Vivendo sob os rumores

Tecnicamente e socialmente, o Debian tem muitos pontos a seu favor. O Seu sistema mantenedor garante que apenas pessoas habituadas com projetos de upstream  estejam habilitadas a supervisionar seus pacotes, e os testes destes pacotes incluem padrões rigorosos.

Tão importante quanto isso, está uma das mais fortes provas de que uma distribuição baseada na comunidade pode ser tão bem sucedida como uma comercial. Alguns usuários também a apoiam pelo simples fato de que ela oferece uma posição rígida e diferenciada quanto ao software livre, que é independente da Free Software Foundation.

Entretanto, muitas pessoas acabam deixando-se influenciar pelos mitos quando pensam em adotar Debian - baseadas em rumores de que nunca foram verdade ou que há muito tempo deixam de ser verdade.

Quando você resolver olhar através dos mitos, atualmente você não terá motivo algum para não considerar Debian ao invés de outras distros que têm uma reputação melhor por conta da facilidade de uso. Além de umas poucas qualificações que eu mencionei, o Debian moderno merece ser um candidato sério quando você se decidir trocar de distro.

Fonte: Datamation
Reproduced with permission.
Copyright 1999-2013 QuinStreet, Inc. All rights reserved.



Reportagem do Fantástico mostra Debian no Desktop

1 de Abril de 2013, 0:00, por Paulo Santana

Durante uma reportagem exibida no Fantástico da Rede Globo no dia 24/03/2013 com o tema "Neurocientista mostra avanços em projeto para paraplégico andar na Copa" é possível ver em um dos computadores do laboratório o papel de parede do tema oficial da versão Squeezy do Debian GNU/Linux :-)

O tema se chama SpaceFun e foi desenvolvida pelo nosso colega Valéssio Brito para o Debina 6.0.

Para ver, acesso o vídeo da reportagem. A imagem aparece aos 7min26s.

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/03/neurocientista-mostra-avancos-em-projeto-para-paraplegico-andar-na-copa.html





Comunidade Debian elege novo líder do projeto

14 de Março de 2013, 0:00, por Paulo Santana

 

Os candidatos foram anunciados  e o processo de eleição para o novo Debian Project Leader (DPL) começou oficialmente. Gergely Nagy, Moray Allan e Lucas Nussbaum estão em campanha para a primeira posição no Projeto Debian. O atual líder do Projeto Debian, Stefano Zacchiroli, não está participando para a reeleição este ano.

O Projeto Debian vota para um líder de projeto a cada ano, com os candidatos anunciado no início de março. Os candidatos deste ano terão campanhas até o final de março e, em seguida, os desenvolvedores Debian começarão a votação, que ocorre de 31 março a 13 abril. O novo líder do Projeto Debian vai assumir os trabalhos de Zacchiroli a partir de 17 de Abril.

Fonte: The H Online

Fonte da tradução: Revista Espírito Livre



Planeta Debian Brasil no Twitter e TweetMyPlanet

24 de Agosto de 2012, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Há alguns dias, vi que existe uma conta de twitter[0] (@planetdebian) que é responsável por divulgar os posts que aparecem no Planet Debian[1].
Achei a idéia bem interessante e fui atrás da versão basileira desta conta, uma que divulgue os posts do Planeta Debian Brasil[2], mas não encontrei nenhum.

Então, tomei a liberdade de criar um: @planetadebianbr [3], e para automatizar o tweet de novos posts no Planeta criei um script que lê o RSS Feed do planet e twitta os posts que ainda não foram twittados. Chamei ele de TweetMyPlanet[4], e ele está sob a licença GPLv3.

Links:
[0] http://twitter.com/ planetdebian
[1] http://planet.debian.org
[2] http://planeta.debianbrasil. org
[3] http://twitter.com/ planetadebianbr
[4] http://gitorious.org/ earruda/tweetmyplanet



Tradução do Debian Administrator’s Handbook para pt-BR

31 de Julho de 2012, 15:41, por Copy of Debian Brasil - 0sem comentários ainda

Olá a todos,
é com grande satisfação que venho lhes informar que iniciamos as traduções do Debian Administrator’s Handbook[0].

Como já havia postado anteriormente[1], os fontes do livro foram disponibilizados, e isso permitiu o ínicio de contribuições da comunidade para o livro.

Se você deseja ajudar na tradução, você deve:

1 – Cadastrar-se nas listas de discussões:
* debian-l10n-protuguese (idioma: português): http://lists.debian.org/debian-l10n-portuguese/
* debian-handbook-translators (idioma: inglês): http://lists.alioth.debian.org/mailman/listinfo/debian-handbook-translators

2 – Manifestar-se na lista debian-l10n-portuguese:
Informando que deseja ajudar na tradução do livro, para ter seu nome adicionado à lista de tradutores.

3 – Realizar as traduções pelo Weblate:
As traduções para o idioma português brasileiro estão sendo realizadas através de uma interface web chamada Weblate[2].
O link para a interface de tradução do livro é: http://debian.weblate.org/

Outras informações:
* Leia o arquivo README;
* Tente sanar sua dúvida primeiro pela lista de discussões debian-l10n-portuguese.

Links:
[0] http://debian-handbook.info
[1] http://earruda.eti.br/blog/2012/05/the-debian-administrators-handbook-is-out/
[2] http://weblate.org/



Afinal de contas, o que é o Debian?

17 de Julho de 2012, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

O Projeto Debian é uma associação de indivíduos que têm como causa comum criar um sistema operacional livre. O sistema operacional que criamos é chamado Debian GNU/Linux, ou simplesmente Debian.

Um sistema operacional é o conjunto de programas básicos e utilitários que fazem seu computador funcionar. No núcleo do sistema operacional está o kernel. O kernel é o programa mais fundamental no computador e faz todas as operações mais básicas, permitindo que você execute outros programas.

Os sistemas Debian atualmente usam o kernelLinux. O Linux é uma peça de software criada inicialmente por Linus Torvalds com a ajuda de milhares de programadores espalhados por todo o mundo.

No entanto, há trabalho em andamento para fornecer o Debian com outros kernels, primeiramente com o Hurd. O Hurd é um conjunto de servidores que rodam no topo de um micro kernel (como o Mach), os quais implementam diferentes características. O Hurd é software livre produzido pelo projeto GNU.

Uma grande parte das ferramentas básicas que formam o sistema operacional são originadas do projeto GNU; daí os nomes: GNU/Linux e GNU/Hurd. Essas ferramentas também são ferramentas livres.

Claro que o que todos queremos são aplicativos: programas que nos ajudam a conseguir fazer o que desejamos fazer, desde edição de documentos até a administração de negócios, passando por jogos e desenvolvimento de mais software. O Debian vem com mais de 29000 pacotes (softwares pré-compilados e empacotados em um formato amigável, o que faz com que sejam de fácil instalação em sua máquina) — todos eles são livres.

É mais ou menos como uma torre: Na base dela está o kernel. Sobre ele todas as ferramentas básicas e acima estão todos os outros softwares que você executa em seu computador. No topo da torre está o Debian — organizando e arrumando cuidadosamente as coisas, de modo que tudo funcione bem quando todos esses componentes trabalham em conjunto.



The Debian Administrator’s HandBook is out

11 de Maio de 2012, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Yesterday, Raphaël Hertzog[0], announced that The Debian Administrator’s HandBook[1] is available.

The Debian Administrator’s HandBook is a book written by Raphaël Hertzog and Roland Mas, two Debian Developers. It was originally  written in french, and now it has been translated into english.

You can browse the online version for free, or you can pay for it and get the paperback, or e-book version (in 3 formats: PDF, EPUB, Mobipocket)[2]

The book source is also available[3] for anyone who wants to contribute to the project.

With the book source available, we can expect a brazilian portuguese translation someday (as some people already commented on Raphaël’s announcement). As well as translations to other languages.

Links:
[0] http://raphaelhertzog.com/2012/05/10/the-debian-administrators-handbook-is-available/
[1] http://debian-handbook.info/
[2] http://debian-handbook.info/get/
[3] http://debian-handbook.info/contribute/



A113, "Easter Eggs"

7 de Abril de 2012, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

O Filme Toy Story é um filme de longa metragem, um dos primeiros da Pixar, totalmente feito em computação gráfica. É um dos meus favoritos. Perdi as contas das vezes que os vi. Por aqui, as crianças também preferem, por ser um desenho divertido e principalmente por trazer bastante conteúdo inteligente. Na última vez que vi o filme, notei que a Van da Mãe de Andy (o menino dono dos brinquedos), possui a placa A 113, ou A1-13. Fiquei bastante curioso com isso, e imaginei logo um "Easter Egg", um tipo de piada que programadores colocam em programas, ou neste caso, colocado no filme. Esta brincadeira inteligente faz parte de muitos filmes da PIXAR[1] e este número, A113, faz menção à sala dos estudantes de design, também usado por John Lasseter e Brad Bird. Esta brincadeira aparece em várias partes do filme Toy Story e também em muitos outros filmes da PIXAR[2] Veja algumas das imagens[3]:


Mais "Easter Eggs":

Referências:
[1]http://pt.wikipedia.org/wiki/Pixar
[2]http://en.wikipedia.org/wiki/A113#A113_appearances
[3]crédito das imagens: http://pixar.wikia.com/A113